O professor Gustav Ritter foi o precursor da escultura moderna e abstrata em Goiânia.
Gustav Ritter nasceu em Hamburgo/Alemanha em 10-03-1904, e faleceu em Goiânia em 22-10-79. Estudou na Escola de Artes de Hamburgo na Alemanha. Conheceu o Brasil em 1925, onde descobriu nossas maravilhas naturais, fixando residência em nosso país a partir de 1936. Naturalizou-se brasileiro em 1947 e em 1949 transferiu-se para Goiânia. O professor Gustav Ritter foi o precursor da escultura moderna e abstrata em Goiânia. Sob a sua orientação, surgiram Grandes e Renomados Escultores como Maria Guilhermina, Ângelos Ktenas, Neusa Moraes*, entre muitos outros.
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CURADORIA: Eudaldo Guimarães/ William Spalla. |
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1º FILME: EUDALDO GUIMARÃES - “A CASA DA SENHORA MARLEY” - 60min. (11/ Novembro/ 2011). |
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2º FILME: EUDALDO GUIMARÃES – “O BOSQUE FANTASMA” - 58min. (18/ Novembro/ 2011). |
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3º FILME: EUDALDO GUIMARÃES – “DEPOIS DO ANOITECER” - 52min. (25/ Novembro/ 2011). |
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4º FILME: EUDALDO GUIMARÃES – “ANJOS DA FLORESTA” - 30min. (02/ Novembro/ 2011). |
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1º FILME: MARTINS MUNIZ - “LONA PRETA” - 60min. (09/ Dezembro/ 2011). |
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2º FILME: MARTINS MUNIZ – “PÉ DE PANO” - 60min. (16/ Dezembro/ 2011). |
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3º FILME: MARTINS MUNIZ – “NO GARROTE” - 60min. (23/ Dezembro/ 2011). |
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4º FILME: MARTINS MUNIZ – “SUVACO DE COBRA” - 60min. (30/ Dezembro/ 2011). |
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1º FILME: PEDRO AUGUSTO - “SAGA BRASILEIRA” - (09/ Dezembro/ 2011). |
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2º FILME: PEDRO AUGUSTO - “”.60min. (16/ Dezembro/ 2011). |
Somente Filmes de Produtores Goianos
Sessões – (toda 6ª feira – 19h30min.)
Rua Campo Verde, nº 15
Setor Santa Genoveva
Goiânia – GO.
(62) 3264-1304
Nossa Homenagem: Catedral das Artes a ENÉAS SILVA
Nasceu em (Dores de Indaiá – Minas Gerais) – no mês de fevereiro de 1946.
Mudou-se para Goiânia/ Goiás em 1966.
Diplomou-se em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás em 1971.
Ferrenho adorador das artes visuais adotou a pintura como alimento principal em sua vida.
Gerando peças e telas, participou de exposições individuais, tais como:
Galeria Azul – Goiânia/ GO – Galeria do Centro Cultural Estados Unidos – Belo Horizonte/ MG.
Salões de Arte:
Salão de Arte Moderna Belo Horizonte/ MG. – Salão da Independência – Brasília/ DF.
Caminhada Ecológica nas principais capitais brasileiras, convidado pela Sra. Diná Coelho, Exma. diretora do museu de Arte Moderna de São Paulo – MASP, para participar do “Panorama da Arte Moderna Brasileira”, realizado em 1981 naquele museu.
Tornou-se Acadêmico de Artes Visuais pela Faculdade de Arte da Universidade Federal de Goiás - UFG; sendo mais tarde, professor desta mesma Instituição.
Na data de comemoração de sua aposentadoria e ascensão na Faculdade de Artes, foi brutalmente assassinado, sofrendo um ato premeditado de vingança e selvageria sem precedentes, causado por um fato de somenos importância, por alguém que não tem respeito algum, nem mesmo por si próprio...
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Homenagem de sua mestra:
“...o que pinta as latas”. Sim e assim ele é conhecido em Goiás e outras capitais brasileiras.
Um resto de vasilhame jogado fora é a fonte de inspiração deste artista atual, criativo, sério.
Suas formas não se repetem.
Observem bem isto.
Ele penetra nas latas-musas, como raízes vorazes no chão molhado.
E sua alma de artista vai vivendo o tempo: chuva, sol, cantos e lágrimas.
A poesia das latas!
Para Enéas, elas ocupam sempre o canto maior na vida civilizada.
A cidade. Os enlatados.
E se destrói.
E evapora.
E enferruja.
Enéas documenta esta fantástica passagem, onde todos perpetuam a destruição do natural, da vida.
É uma passagem, sim.
Passagem de “Mau Olhado” que chegará ao “ Calvário” e ao “Vôo Aquariano”.
MARIA GUILHERMINA
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Palavras de José Asmar sobre Enéas Silva.
“Jovem, estudioso de ciências biológicas, Enéas é pintor de seu tempo e, mesmo, do futuro.
Na linguagem de seus quadros interpreta a massificação do consumismo pela industrialização avassaladora.
-Não é protesto; é advertência – ressalva.
Por isso, a lata consiste em seu recurso básico. A lata que conduz conservas, combustíveis, óleos, tudo. Vamo-nos então, admitindo o quando a humanidade se enlata, passa a depender da folha-de-Flandres no cotidiano. Acorda, trabalha e dorme enlatadamente.
É possível que tão cedo, portanto, Enéas deixe de se transferir a temas diferentes. Este ainda o desafia, pela extensão, pela astronômica importância na vida dos homens e dos animais que domina.
Nas formas, a lata é suave. Fendidas pela ferrugem, pelos cortes ou de bordas salvas do uso e do tempo, as latas de Enéas participam da conjuntura econômico-social de cada indivíduo e assim, de todo um povo.”
José Asmar
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