Observando o trabalho de Helder França, podemos reconhecer nas peças (esculturas) o encontro do objeto com a sensibilidade numa espécie de ‘catarse’. O momento da fragmentação e da condensação; da transformação do objetivo em subjetivo, do material em espiritual, do prático em teórico.
As possibilidades de expressões do que pode ser figura e do que deixa de ser figura, elementos amorfos ou não, se agrupam e se isolam provocando intriga entre o que se vê com o que se deseja ver, contra-relevos de uma arquitetura suprematista.







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